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Política Metropolitana: Governança, Instrumentos e Planejamento Metropolitanos

Casa Fluminense, Cities Alliance, Confederação Nacional de Municípios, IABsp, INCT, IPEA, Instituto Pólis, Metrods e WRI-Brasil promovem o II Seminário e Oficina “Política Metropolitana: Governança, Instrumentos e Planejamento Metropolitanos” em 23 e 24 de abril de 2018.
O objetivo é fomentar e aprofundar o debate sobre a agenda da política territorial metropolitana no momento da formulação e aprovação dos Planos de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUIs) nas regiões metropolitanas e aglomerados urbanos do Brasil. Pretende-se avaliar o panorama dos PDUIs e da Governança para a sua implementação em desenvolvimento por um conjunto de regiões metropolitanas no Brasil, além de debater especialmente as estratégias de financiamento da política metropolitana, e aprofundar a análise do protagonismo dos municípios na agenda metropolitana e o papel do legislativo na atual fase de revisão do Estatuto da Metrópole (Lei Federal nº 13.089/2015) com a Medida Provisória nº 818/2018. No primeiro dia, o evento ainda contará com o lançamento, apresentação e debate sobre a publicação coordenada pelo IPEA: “Brasil metropolitano em foco: desafios à implementação do Estatuto da Metrópole”. E no segundo dia, além das mesas que irão tratar especificamente sobre o tema da autonomia municipal para o desenvolvimento metropolitano, e debater questões de método para a implementação do PDUI, serão realizadas uma série de oficinas na CNM para aprofundar temáticas setoriais, e suas correlações intersetoriais e multiníveis.
O evento é continuidade do I Seminário Política Metropolitana: Governança, Instrumentos e Planejamento Metropolitanos realizado em São Paulo em 2017, que pode mapear o processo inicial de desenvolvimento do novo instrumento de lei, o PDUI, que impõe às metrópoles brasileiras um planejamento de seu desenvolvimento. Para maiores informações sobre os resultados do evento realizado acesse aqui: https://drive.google.com/file/d/1t5pEqlcNxn0TL7Bflfo0SXKXM51Bd77W/view?usp=sharing. A motivação da continuidade do evento é a articulação de uma rede nacional de instituições e atores dedicados ao tema, e a mobilização social em torno da política metropolitana, para o fortalecimento e a qualificação da agenda metropolitana.
Para realização da inscrição acesse: http://cnm.org.br/informe/exibe/ii-seminario-e-oficina-politica-metropolitana
23/04 no IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Endereço: Setor Bancário Sul, Quadra 1, Bloco J, Edifício BNDES/Ipea, auditório Divonzir Gusso, Brasília -DF. 24/04 na CNM - Confederação Nacional dos Municípios Endereço: St. de Grandes Áreas Norte Quadra 601 Módulo N - Brasília -DF. Horário: das 8h-19h

dia 23/04 no IPEA
08h00: Inscrições 09h00: Abertura O Projeto Governança Metropolitana no Brasil Palestrantes: Diana Motta (Diretora do Departamento de Planejamento e Gestão Urbana do Ministério das Cidades) Adolfo Sachsida (Diretor Adjunto do DIRUR no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA) Gilberto Perre (Secretário Executivo da Frente Nacional dos Prefeitos - FNP) Paulo Ziulkoski (Presidente da Confederação Nacional dos Municípios – CNM – à confirmar)

09h30: Brasil metropolitano em foco: desafios à implementação do Estatuto da Metrópole Lançamento e apresentação do livro “Brasil metropolitano em foco: desafios à implementação do Estatuto da Metrópole” Palestrante: Bárbara Marguti (pesquisadora da Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais do IPEA)

10h15: Coffee Break

10h30: Interpretando o Estatuto da Metrópole Apresentação e debate Interpretando o Estatuto da Metrópole: Comentários a Lei nº 13.089/2015. Moderador: Cid Blanco (Coordenador do projeto METRODS) Palestrantes: Marcela Oliveira (Pesquisadora do projeto Governança Metropolitana no Brasil) Daniela Libório (Professora da Pontifícia Universidade Católica - PUCSP) Luiz José Pedretti (Presidente do Fórum Nacional de Entidades Metropolitanas – FENEM) Daniel Vila Nova (Advogado, doutorando na Universidade Federal Fluminense – UFF)

12h00: Almoço

13h30: Panorama sobre o Planejamento e Governança nas Regiões Metropolitanas no Brasil Mesa 1 Debate: balanço sobre a realização dos Planos de Desenvolvimento Urbano Integrados com os autores do livro sobre as Regiões Metropolitanas de Vitória, Recife, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Moderador: Danielle Klintowitz (Coordenadora Geral do Instituto Polis) Palestrantes: Latussa Monteiro (RMGV); Sheilla Pincovsky (RMR); Rosanne Heidrich (RMPA); Vicente Loureiro (RMRJ) Mesa 2 Debate: balanço do processo de desenvolvimento de Governança e Financiamento com os autores do livro sobre as Regiões Metropolitanas de São Paulo, Belo Horizonte, Salvador e Florianópolis. Moderador: Luiza Oliveira (Coordenadora de Cidades no WRI Brasil) Palestrantes: Carolina Heldt (RMSP); Flávia Mourão (RMBH); Angélica Rodrigues (RMS); Flavio Victoria (RMGF) (à confirmar).

16h45: Coffee Break

17h00: Desafios e perspectivas ao financiamento da política metropolitana Debate: o planejamento metropolitano para o desenvolvimento compartilhado do território metropolitano Moderador: Anaclaudia Rossbach (Assessora Regional para a América Latina e o Caribe do Cities Alliance) Palestrantes: Vitor Carvalho (Consultor Legislativo do Senado Federal em Desenvolvimento Urbano e Transportes Alessandra Vieira (Diretora do Departamento de Urbanização de Assentamentos Precários da Secretaria Nacional de Habitação do Ministério das Cidades) Marcos Thadeu Abicalil (Especialista Sênior de Água e Saneamento no Banco Mundial) Luciana Royer (Professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP e Vice-presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil – Departamento de São Paulo – IAB/SP)

18h30: Encerramento Apresentação da programação e objetivo do 2º dia Comissão Organizadora


dia 24/04 na CNM
08h00: Credenciamento 09h00: Abertura O papel dos municípios metropolitanos na gestão, financiamento e governança metropolitanos Paulo Ziulkoski (Presidente da Confederação Nacional dos Municípios - CNM) Jonas Donizette (Presidente da Frente Nacional dos Prefeitos - FNP) Ary Vanazzi (Presidente da Associação Brasileira de Municípios - ABM)

10h00: A autonomia municipal para o desenvolvimento metropolitano compartilhado: responsabilidades e competências na governança metropolitana Apresentação sobre responsabilidade multiníveis na governança e gestão metropolitana Palestrante: Daniela Libório (Professora da PUC SP)

10h30: Premissas, escopo e meta: para um guia metodológico de implementação do PDUI Apresentação sobre questões de método: o PDUI em relação ao Planos Diretores, Planos Setoriais e balizas ao processo participativo na governança metropolitana de sua elaboração, validação e implementação Palestrante: Carolina Heldt (Consultora do Cities Alliance e representante pelo IAB/SP)

11h00: Coffee Break

11h15: O âmbito legislativo na implementação do Estatuto da Metrópole Debate: O que muda com a Medida Provisória do Estatuto da Metrópole? Moderador: Karla França (especialista em habitação e planejamento urbano da CNM) Palestrantes: Senadora Marta Suplicy (Presidente da Comissão Parlamentar Mista da MP 818/2018) ou Deputado Federal Fausto Pinato (relator da Comissão Parlamentar Mista da MP 818/2018 - à confirmar) Paulo Teixeira (Deputado Federal na Comissão Parlamentar Mista da MP 818/2018) (Presidentes da Assembleia Legislativa Estadual) (Representantes de Associações de Municípios) Sabrina Duringon (Coordenadora Regional Centro-Oeste do IBDU)

13h00-14h00: Almoço

14h00: Oficinas Sala 1. Meio Ambiente, Saneamento e Recursos Hídricos Moderador: Kátia Fenyves (ICLEI) Relatora: Marcela Ferreira (IAB SP) Especialistas: Priscila Bernardes (CNM) e Flávia Mourão (RMBH)

Sala 2. Desenvolvimento Urbano, Uso do solo e Habitação Moderadora: Danielle Klintowitz (POLIS) Relator: Vitor Nisida (POLIS) Especialistas: Karla França (CNM); Margareth Uemura (POLIS); Alex Magalhães (IPPUR).

Sala 3. Mobilidade, Transporte e Logística Moderadora: Luiza Oliveira (WRI) Relator: Lara Caccia (WRI) Especialistas: Nivea Oppermann (WRI); Luma Costa (CNM); Luiz Carlos Néspoli (ANTP); Rafael Calabria (IDEC) (à confirmar).

Sala 4. Governança, Financiamento e Monitoramento Moderador: Cid Blanco (METRODS) Relator: Vitor Mihessen (CASA FLUMINENSE) Especialistas: Luciana Royer (IAB-SP); Thalyta Alves (CNM); Rovena Negreiros (SEADE) (à confirmar).

17h00: Síntese dos trabalhos das oficinas 17h30: Encerramento Encaminhamentos para a rede em torno da agenda metropolitana Comissão Organizadora

11/04/2018 Leia na íntegra esta matéria: (Política Metropolitana: Governança, Instrumentos e Planejamento Metropolitanos)

Condepe/Fidem promove seminário nacional para tratar do tema Governança Metropolitana

A Agência Estadual de Planejamento e Pesquisas de Pernambuco – Condepe/Fidem promove nos próximos dias 12 (quinta-feira) e 13 (sexta-feira) o Seminário Governança Metropolitana – Diretrizes do Desenvolvimento Urbano Integrado. O evento vai ocorrer a partir das 9 horas no auditório Ribeira, do Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. Na ocasião serão realizadas várias palestras em nivel nacional tratando do tema. Na programação na tarde do dia 13 será realizada a 1ª Reunião Ordinária do Conselho de Desenvolvimento Metropolitano – CDM, criado a partir da nova estrutura de governança metropolitana da Região Metropolitana do Recife (RMR).

O seminário vai reunir governantes e especialistas nacionais em planejamento urbano e tem como público-alvo gestores municipais e estaduais, especialistas e todos os interessados pelo tema. O Seminário tem como objetivo debater a Governança Metropolitana, destacando os aspectos relevantes dos processos de elaboração dos Planos de Desenvolvimento Urbano Integrados – PDUIs das principais metrópoles brasileiras. As informações vão subsidiar o plano da RMR. O PDUI é um instrumento que integra o processo de planejamento da política de desenvolvimento urbano de regiões metropolitanas e de aglomerações urbanas, e está previsto no Estatuto da Metrópole.

Pela norma, o Estado e os municípios que integram as regiões metropolitanas e aglomerações urbanas devem compartilhar, por meio de governança interfederativa, o planejamento integrado e a gestão das funções públicas de interesse comum.  Em Pernambuco, o Governo do Estado criou lei especifica que trata do tema : Lei Estadual Complementar nº 382 de 09 de janeiro de 2018, que instituiu o novo Sistema Gestor Metropolitano – SGM, criando dois conselhos e um comitê, além de incluir Goiana entre os 15 municípios que hoje integram a região.

A fim de disseminar e debater o novo modelo de gestão da RMR, a Agência Condepe/Fidem toma a iniciativa de realizar o seminário com o objetivo de discutir o conjunto de normas legais e propor diretrizes para a elaboração do PDUI, ressaltando a visão integrada do planejamento e da gestão das funções públicas de interesse comum, além do rebatimento de novos referenciais no processo de planejamento metropolitano.

PROGRAMAÇÃO - Na programação do evento está prevista a realização de palestras contando experiências referentes à Governança Metropolitana em diversos Estados. No dia 12, quinta-feira, após as palavras de boas vindas aos participantes, o presidente da Agência Condepe/Fidem, Bruno Lisboa irá dar inicio ao ciclo, abordando o tema O sistema Gestor Metropolitano na RMR. Em seguida, serão ministradas as palestras sobre Panorama da Governança Interfederativa no Brasil, pelo Ministério das Cidades e, A experiência da Governança Metropoltana de São Paulo (representante da Emplasa – Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano).

 À tarde, a partir das 14h, será a vez de serem conhecidas as experiências de Governança Metropolitana de Belo Horizonte (pela Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de BH) e de Vitória do Espírito Santo (Instituto Jones dos Santos Neves).

Já no dia 13, sexta-feira, técnicos da Agência Condepe/Fidem vão falar, a partir das 9 horas, do Ordenamento Territorial e Gestão do Território Estratégico de Suape. Em seguida, a Consultora Gênesis/Ceplan falará sobre o Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da RMR.

CDM – O Conselho de Desenvolvimento Metropolitano – CDM se reunirá pela primeira vez no dia 13, sexta-feira, com a participação dos prefeitos do território metropolitano. Na pauta do encontro está a nomeação dos membros do Conselho Consultivo Metropolitano,  a votação do Regimento Interno do próprio CCM, apresentação e aprovação de proposta de Plano de Trabalho 2018 (anteprojeto do PDUI, saneamento ambiental, resíduos sólidos e, transportes e mobilidade), entre outros. 

09/04/2018 Leia na íntegra esta matéria: (Condepe/Fidem promove seminário nacional para tratar do tema Governança Metropolitana)

Fundo Metropolitano tem disponíveis R$ 5,2 milhões para os municípios da região

Representantes de órgãos estaduais que integram o Conselho também participaram da reunião no Teatro Guarany

 

O primeiro Plano de Aplicação do Fundo de Desenvolvimento Metropolitano para 2018 prevê a liberação de R$ 5.162.199,95 para investimentos nos nove municípios da Baixada Santista. O valor referente a cada prefeitura é calculado com base nas quotas-partes que compõem o Fundo (incluindo recursos do Estado) – veja abaixo.

As prefeituras que integram a Região Metropolitana da Baixada Santista podem requerer recursos ao Fundo mediante apresentação de projetos de obras e serviços. Porém, devem estar em dia com os depósitos de suas respectivas quotas mensais, na data em que solicitarem o dinheiro.

O Plano de Aplicação foi aprovado na manhã desta quarta-feira, 4 de abril, durante reunião do Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista (Condesb). O encontro, realizado no Teatro Guarany, em Santos, foi conduzido pelo prefeito de São Vicente, Pedro Gouvêa, presidente do Conselho, e contou com a presença do prefeito Válter Suman (Guarujá), do subsecretário estadual de Assuntos Metropolitanos, Edmur Mesquita, e do vice-prefeito santista Sandoval Soares, além de secretários municipais, representantes de órgãos estaduais que integram o Conselho e do diretor-executivo da Agência Metropolitana, Hélio Vieira.

Os conselheiros (prefeitos da região mais representantes de órgãos estaduais) aprovaram também a prestação de contas de Fundo referente ao ano passado. Os dados, assim como o Plano de Aplicação, foram apresentados pelo presidente do Fundo Metropolitano, Tenisson Azevedo, de Mongaguá.

Hélio Vieira ressaltou o fato de as prefeituras estarem em dia com o pagamento das suas quotas-partes ao Fundo e citou obras executadas com os recursos, como a reforma da Base da Rádio Patrulha Aérea da Polícia Militar (Grupamento dos helicópteros Águia), em Praia Grande, e liberações de recursos, recentemente, como, por exemplo, R$ 2,8 milhões para pavimentação de vias públicas em São Vicente.

Agente técnico do Fundo, a Agem acompanha, atualmente, 118 projetos na região: 39 estão em andamento (execução/contratação) e 79 na fase de prestação de contas (o objeto já foi concluído). No ano passado, foram apresentados 14 novos projetos (contabilizados como “em andamento”), por meio dos quais as prefeituras solicitam a liberação de recursos. As fontes de recursos do Fundo são: 50% do governo do Estado e 50% dos municípios (quotas-partes). O orçamento para 2018 é de R$ 2 milhões.

 

Plano de Aplicação – valor/município 

  •          Bertioga – R$ 252.428,15
  •          Cubatão – R$ 629.467,20
  •          Guarujá – R$ 672.788,40
  •          Itanhaém – R$ 330.828,60
  •          Mongaguá – R$ 254.115,60
  •          Peruíbe – R$ 282.117,60
  •          Praia Grande – R$ 551.124,00
  •          Santos – R$ 1.255.347,00
  •          São Vicente – R$ 641.783,40
  •          Despesas operacionais – R$ 292.200,00 (agentes técnicos/Agem e financeiro/Banco do Brasil)

Total – R$ 5.162.199,95

 

 

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05/04/2018 Leia na íntegra esta matéria: (Fundo Metropolitano tem disponíveis R$ 5,2 milhões para os municípios da região)

IPT e Agem concluem Plano de Gestão de Resíduos Sólidos da região

Durante a reunião do Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista (Condesb), quarta-feira, 4 de abril, também foi aprovado o Plano Regional de Gestão de Resíduos Sólidos da região, elaborado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). O IPT foi contratado pela Agência Metropolitana (Agem) para realizar o trabalho, com financiamento do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro).

A redução da geração de resíduos, por meio da separação, coleta seletiva, reciclagem e logística reversa, é apontada como a alternativa mais urgente, de curtíssimo prazo. “A região não tem áreas para novos aterros e o do Sítio das Neves está próximo do esgotamento de sua capacidade. Então, temos que reunir gestores públicos, cooperativa de catadores e recicladores, iniciativa privada, a população, enfim, toda a sociedade nesse esforço para mudarmos hábitos, incrementarmos as políticas públicas neste segmento, investir na educação ambiental… Qualquer alternativa tecnológica a ser seguida passa, necessariamente, pela separação dos resíduos: recicláveis, rejeitos e orgânicos”, afirmou Cláudia Echevenguá Teixeira, diretora do IPT e pesquisadora que coordenou os levantamentos feitos na Baixada Santista.

A cerimônia de entrega do Plano de Resíduos ocorreu logo após a reunião do Condesb, no Teatro Guarany, em Santos, e contou com a presença do presidente do IPT, Fernando José Gomes Landgraf, de Luigi Longo, que representou o secretário estadual de Meio Ambiente, Maurício Brusadin, do subsecretário estadual de Assuntos Metropolitanos, Edmur Mesquita, dos prefeitos Pedro Gouvêa (São Vicente) e Válter Suman (Guarujá), respectivamente, presidente e vice do Condesb, entre outras autoridades.

Foi exibido um vídeo, no qual o IPT apresentou os principais pontos do estudo, realizado em quatro etapas, incluindo a mobilização da sociedade civil, a coleta e análise de amostras dos resíduos sólidos em todos os nove municípios da Região Metropolitana, o diagnóstico desse material, o prognóstico para região a os caminhos que podem ser seguidos para a gestão dos resíduos sólidos na região, considerando curto, médio e longo prazos (de cinco a 20 anos). A Baixada Santista produz cerca de 1.900 toneladas de resíduos sólidos urbanos por dia. Desse total, 44% são recicláveis, 40% são orgânicos e 16% rejeitos.

“O sucesso do Plano se dará com planejamento e parcerias, junção de esforços. Não existe uma solução única, é preciso compor com as várias possibilidades, considerando os aspectos sociais, econômicos, ambientais e também políicos, porque este também é um pilar da sustentabilidade”, declarou Landgraf.

O secretário de Meio Ambiente de Cubatão, Mauro Hadad, coordenador da Câmara Temática de Meio Ambiente do Condesb, que acompanhou todo o processo de elaboração do Plano, destacou o caráter participativo do trabalho: a sociedade civil participou de oficinas temáticas, audiências públicas e do chamado grupo de sustentação, além disso, todas as informações estão disponíveis em um hotsite criado pela Agem, especialmente para garantir transparência ao processo.

Luigi Longo reiterou essa parceria: “Melhor maneira de trabalhar é baixar a guarda das verdades absolutas e atuar em conjunto, pois há um problema que extrapola o limite dos municípios e as soluções precisam ser regionais. O Plano de Resíduos é um exemplo da importância dessa parceria”, disse.

Edmur Mesquita também ressaltou a importância do planejamento, com visão estratégica de curto, médio e longo prazos. “Não há saída para a região, o país, sem planejamento. O Plano de Resíduos é histórico e servirá de exemplo para outras regiões metropolitanas do estado. Daqui para frente, temos que nos debruçar para que aquilo que está contemplado no papel seja realizado. Temos que estar sempre construindo esse processo de parceria, de ação conjunta.”

Presentes à reunião e à solenidade de entrega o vice-prefeito de Santos, Sandoval Soares, o deputado estadual Caio França, e Maria Emília Botelho, assessora da presidência da Cetesb (agente técnico do Plano), secretários municipais de Meio Ambiente de Santos, São Vicente.

05/04/2018 Leia na íntegra esta matéria: (IPT e Agem concluem Plano de Gestão de Resíduos Sólidos da região)

Quarteto de Cordas e alunos do Projeto Guri emocionam em ato da Agem na Cadeia Velha

O Quarteto de Cordas Martins Fontes, da Secretaria de Cultura de Santos, e três grupos formados por crianças e jovens do Projeto Guri, programa de formação musical do governo de São Paulo, emocionaram as cerca de 50 pessoas que participaram do ato que oficializou a instalação da Agência Metropolitana (Agem) na Cadeia Velha de Santos, na tarde de 4 de abril.

Com um repertório que incluiu um tango de Carlos Gardel, Vinicius de Moraes e um baião de Guerra Peixe, o Quarteto Martins Fontes abriu o evento. Depois dos pronunciamentos de autoridades, apresentaram-se o Grupo de Referência Camerata de Violões, o Coral e a Orquestra do Projeto Guri. A Camerata, literalmente, levantou a plateia com ´Beat it`, de Michael Jackson. E a emoção não foi diferente durante as apresentações das crianças do coral e dos jovens da orquestra.

Entre lideranças regionais, representantes das prefeituras e órgãos estaduais e pais de estudantes do Guri estavam o secretário adjunto da Secretaria de Estado da Cultura, Romildo Campello; o subsecretário de Assuntos Metropolitanos, Edmur Mesquita; o diretor-executivo da Agem, Hélio Vieira; os secretários municipais de Cultura Rafael Leal (Santos) e Fábio Lopes (São Vicente, presidente da Câmara Temática de Cultura do Condesb) e Junio Brassalotti, presidente do Conselho Municipal de Cultura de Santos.

Brassalotti, que é uma liderança no movimento cultural da região, destacou a necessidade de a Cadeia Velha ser um espaço cultural. “É preciso refazer essa identidade da Cadeia”, disse reafirmando que vê com “olhos de paciência o quanto se dará a relação da Agem com os movimentos culturais”.

As autoridades reafirmaram o compromisso de manter a Cadeia Velha como um espaço para as manifestações artísticas: além do polo do Projeto Guri que já funciona no andar térreo, algumas salas serão reservadas para atividades de outros segmentos, mediante agendamento prévio com a Agem.

Hélio Vieira lembrou que este é o princípio da gestão compartilhada entre a Agência Metropolitana e a Secretaria de Estado da Cultura, que permitiu manter aberta a Cadeia Velha.

Assim como os secretários municipais de Cultura de Santos e São Vicente, Edmur Mesquita ressaltou que a proposta é mostrar que a cultura é de fundamental importância para a integração regional. “É um caminho fundamental para construirmos o desenvolvimento que queremos e essa parceria com a secretaria estadual é definitiva, não há como retroceder. E contamos com a parceria, também, do movimento cultural. Não se trata de adesão. Não queremos que os artistas percam a capacidade de manifestação. Mas vamos trabalhar para, juntos, fortalecermos e estimularmos esse potencial artístico que tem a nossa região”, disse o subsecretário de Assuntos Metropolitanos.

Romildo Campello também destacou a “capacidade da cultura de unir os diferentes”. E ressaltou que é preciso exercer essa capacidade, incluindo as atividades do turismo, a geração de renda em torno dos eventos, a integração com os movimentos e com toda a sociedade. “Temos que tratar a cultura como eixo do desenvolvimento e da geração de renda, também.”

O novo endereço da Agência Metropolitana é: Cadeia Velha de Santos – Praça dos Andradas, sem número, em frente à Rodoviária de Santos, Centro.

 

05/04/2018 Leia na íntegra esta matéria: (Quarteto de Cordas e alunos do Projeto Guri emocionam em ato da Agem na Cadeia Velha)

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