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Emplasa registra Sistema de Informações Metropolitanas no INPI

O SIM|EMPLASA é um produto exclusivo, concebido e desenvolvido pela empresa para apoiar a gestão pública de dados geoespaciais

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) concedeu à Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa) o Certificado de Registro de Programas de Computador ao Sistema de Informações Metropolitanas, conhecido como Sim|Emplasa.

Desenvolvido pela Emplasa, empresa vinculada à Secretaria Estadual da Casa Civil, o SIM|Emplasa está disponível no endereço <www.sim.emplasa.sp.gov.br>, e já é utilizado por secretarias estaduais, a exemplo da Habitação, e prefeituras paulistas, como a de Suzano, no papel de aliado do planejamento na administração pública.

"O SIM é uma inovação muito bem-vinda na gestão de dados geoespaciais, pois oferece não apenas a plataforma digital, mas também uma equipe especializada para apoiar o gestor público no gerenciamento de seus dados e negócios", destaca Luiz José Pedretti, diretor-presidente da Emplasa.

De fácil acesso e uso intuitivo, o SIM|Emplasa é uma ferramenta essencial ao planejamento integrado de ações da gestão pública, disponibilizando em um único ambiente informações nas esferas federal, estadual e municipal.

Entre outros atributos, o sistema possibilita a visualização simultânea e a edição de bases de dados georreferenciadas oficiais, permitindo avaliar as correlações espaciais entre elas.

A área pública da plataforma permite aos usuários visualizar alguns dados geoespaciais, como ortofotos do Estado de São Paulo e dados de setores censitários. A área restrita necessita de cadastro e é disponibilizada a clientes da Emplasa, mediante a contratação da plataforma na modalidade subscrição.

Já utilizado pelos nove municípios da Região Metropolitana da Baixada Santista (RMBS) no cadastro e mapeamento de assentamentos precários, o Sistema de Informações Metropolitanas foi contratado pela Secretaria Estadual de Habitação para fazer o mesmo levantamento no âmbito da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) e pelo município de Suzano para gerenciar os planos municipais.

22/05/2018 Leia na íntegra esta matéria: (Emplasa registra Sistema de Informações Metropolitanas no INPI)

Prefeitos discutem imigração internacional na RMC

A presença dos imigrantes internacionais na Região Metropolitana de Campinas foi o assunto principal na pauta da reunião do Conselho de Desenvolvimento, realizada na manha desta terça-feira, 15, no município de Itatiba. Para discutir as causas e consequências do fluxo migratório internacional na região, os prefeitos receberam o Atlas Temático “Observatório das Migrações em São Paulo”, desenvolvido pela Unicamp e Fapesp. O trabalho foi apresentado pelo Magnífico Reitor da Unicamp – Prof. Dr. Marcelo Knobel e pela Prof. Dra. Rosana Baeninger, Presidente da “Cátedra Sergio Vieira de Melo”, criada com o objetivo de produção de conhecimento sobre o tema dos refugiados e o debate para desenvolvimento de políticas públicas voltadas à essa população.

            Elaborado para mapear os novos fluxos migratórios no Brasil e acompanhar as tendências da migração internacional de 2000 a 2015, o Atlas traz informações do SINCRE (Sistema Nacional de Cadastro e Registros), da Polícia Federal, do Ministério da Justiça, do Ministério do Trabalho e da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais). De acordo com a Prof. Dra. Rosana Baeninger, nos últimos 15 anos foram registrados 880 mil novos imigrantes no país. “Esse número traz desafios enormes em termos de políticas públicas, primeiro pela diversidade das nacionalidades e depois porque a imigração já não está mais concentrada só nas metrópoles, mas também nos municípios de porte menor”, diz, ressaltando que nesse período, dos 5.570 municípios brasileiros, 3.432 tiveram pelo menos um registro de imigrante internacional.

A Professora apresentou os números dos municípios da Região Metropolitana de Campinas. “Nota-se que existe um eixo de São Paulo em direção à Campinas, com destaque para os bolivianos nas cidades de Americana, Indaiatuba, Nova Odessa e Santa Bárbara d’Oeste, mas também do continente africano nos municípios da RMC”,

O Reitor da Unicamp – Prof. Dr. Marcelo Knobel, destacou a parceria com a Agemcamp nas ações da Cátedra e a proximidade com os municípios da Região para desenvolvimento das políticas públicas para a população imigrante. “O apoio da Agemcamp tem sido fundamental para a Cátedra no sentido de integrar os municípios da Região nessa questão dos refugiados, que tem atingido proporções relativamente grandes, com ações que possam acolhê-los da melhor forma”.

            Para o Presidente do Conselho de Desenvolvimento e Prefeito de Nova Odessa – Benjamim Bill, “é importante conhecer o perfil dessa população para que se possa elaborar políticas públicas específicas que as integrem e que atendam às suas necessidades em todos os aspectos, principalmente na área educacional e de saúde”. Ele trata o tema como primordial e oportuno neste momento. “Este trabalho vem ao encontro de uma grande necessidade atual dos municípios, que tem recebido cada vez mais pessoas em situação de refúgio”, ressalta o Presidente Benjamim Bill.

A lista com as informações do fluxo migratório internacional em cada município da RMC estão em anexo. Mais informações a respeito do tema podem ser obtidas no trabalho da Unicamp e da “Cátedra Sergio Vieira de Melo” nos link’s a seguir:

  http://www.nepo.unicamp.br/publicacoes/livros/migracoes_sul_sul/migracoes_sul_sul.pdf 

 http://www.acnur.org/portugues/catedra-sergio-vieira-de-mello/

 

 PROGRAMA SAÚDE EM AÇÃO

As ações na área de Saúde também foram destaque na reunião do Conselho. A vice-coordenadora do Programa Saúde em Ação – Fátima Palmeira Bombarda – e a gestora da área de arquitetura e engenharia do programa – Maria Cristina Jotten – apresentaram o cronograma de andamento das obras e o processo de entrega das novas unidades de UBS (Unidade Básica de Saúde) e CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) aos municípios da RMC, que inclui finalização das obras, entrega de materiais, vistoria, capacitação da equipe e inauguração.

Até o momento, duas unidades foram entregues pelo programa na Região: em Sumaré a UBS ESF Bordon e CAPS AD Sumaré; em Campinas o Centro de Saúde Santos Dumont. De acordo com o cronograma, serão entregues ainda no primeiro semestre de 2018 o CAPS Arte e Vida (Americana); UBS Jd. Conservani (Artur Nogueira); CAPS Nise da Silveira e UBS Dr. Henrique (Cosmópolis); CS Satélite Íris I (Campinas); UBS Jd. Amanda (Hortolândia); ESF Santa Margarida (Holambra); UBS Igor César e UBS Maria Ribeiro (Monte Mor); UBS Manoel de Oliveira (Nova Odessa); UBS Margarida (Pedreira); CAPS AD e UBS Elias do EX (Santa Bárbara d’Oeste) e ESF Veccon (Sumaré). A Diretora Executiva da Agemcamp – Ester Viana – ressalta que o programa Saúde em Ação é uma parceria inédita entre o Governo do Estado de São Paulo, o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e os 20 municípios da Região Metropolitana de Campinas.

15/05/2018 Leia na íntegra esta matéria: (Prefeitos discutem imigração internacional na RMC)

Banda Sinfônica de Cubatão abre a 24ª edição do ´Tocando Santos`, domingo, dia 6

Concerto no Sesc contará com a participação da violinista Elina Suris, da Orquestra Sinfônica de São Paulo.

Um encontro incomum - o ´embate` entre violino e instrumentos de sopro - e uma sinfonia da série Senhor dos Anéis estão entre as atrações do concerto da Banda Sinfônica de Cubatão, que abre a 24ª edição do projeto Tocando Santos, domingo, 6 de maio, às 18h, no Sesc-Santos (Rua Conselheiro Ribas, 136, Aparecida). Sob a regência de Rodrigo Vitta, a apresentação contará com a participação de Elina Suris, spalla (violino solo) da Orquestra Sinfônica de São Paulo (OSESP), para quem o maestro compôs ´O Grito da Natureza`, uma das poucas versões para o tipo de formação que se verá no palco. Os ingressos custam R$ 17 (inteira) e R$ 8,50 (meia) – aqueles que possuem credencial plena do Sesc.

A edição 2018 do Tocando Santos terá mais seis concertos, um por mês, até novembro, sempre em um domingo, às 18h. A programação foi divulgada nesta quarta-feira, 2 de maio, pelo subsecretário Estadual de Assuntos Metropolitanos, Edmur Mesquita, idealizador do projeto, desenvolvido pelo governo do Estado, por intermédio da Agência Metropolitana (Agem), em parceria com o Sesc-Santos. A série de concertos deste ano homenageia o empresário Armênio Mendes, que morreu em outubro do ano passado, aos 73 anos.

Ao lado do secretário de Cultura de Santos, Rafael Leal, do maestro Vitta e do diretor executivo da Agem, Hélio Vieira, o subsecretário Edmur Mesquita destacou a importância do projeto. “É uma parceria histórica com o Sesc-Santos que, além de proporcionar lazer, cumpre a função de aproximar o público da música de concerto, nas suas mais variadas formações instrumentais e versões –  clássica, fusão do clássico com o popular e com o jazz, entre outras. Tanto que neste quase um quarto de século, o teatro do Sesc sempre esteve lotado (são mais de 700 lugares) e com presença expressiva de jovens. Além disso, é uma ótima oportunidade para mostrarmos o trabalho e a qualidade dos grupos orquestrais da nossa região e de outros municípios do estado”, afirma Mesquita.

Ele lamenta que, em função da crise dos últimos anos, ainda não haja condições de retomar a realização do concerto de encerramento do projeto, ao ar livre, na praia do Gonzaga: em nove edições do Tocando Santos, até 2015, sempre em dezembro, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) foi responsável pelo espetáculo. “Mas o projeto não para, reúne excelentes grupos e não perdemos a esperança para buscar alternativas para, quem sabe, trazer a OSESP também”, diz.

Rafael Leal, secretário de Cultura de Santos, reiterou a importância que o Tocando Santos tem para os grupos da região mostrarem seu trabalho e formar público também. Leal lembrou que a orquestra sinfônica sempre participou do projeto e se apresentará em agosto. Ressaltou, ainda, que o homenageado desta edição, Armênio Mendes, “foi um grande parceiro da cultura”. 

O concerto de abertura

O repertório da Banda Sinfônica de Cubatão inclui as obras ´Overture Flashing Winds`, de Jan Van der Roost, e a ´Sinfonia nº 1 - The Lord of The Rings, de Johan de Meij. De acordo com o maestro Rodrigo Vitta, esta sinfonia, escrita antes dos livros de J.R.R. Talkien chegarem às telas dos cinemas, completa 40 anos em maio e será apresentada em várias cidades do mundo durante o mês, por diferentes grupos orquestrais.

Com relação à obra ´O Grito da Natureza`, Vitta explica que a compôs em 2011, para violino e orquestra. “Fiz uma versão para violino e banda sinfônica (formação principal com instrumentos de sopro e percussão; apenas contrabaixos no naipe de cordas), pensando em trabalhar com a Elina Suris. É um combate entre a voz do violino e a força dos sopros, em três movimentos: Queimada, Oração e Vida Plena. Será a segunda vez que apresentaremos esse concerto”, afirma o maestro, ansioso, apesar de participar pela terceira vez do Tocando Santos.

Criada na década de 1970, a BandaSinfônica de Cubatão tem na sua formação atual 80 músicos profissionais: Flauta, Oboé, Corne Inglês, Clarinete, Clarone, Fagote, Trompa, Trombone, Percussão, Saxofone, Trompete, Eufônio, Tuba, Contrabaixo acústico, Requinta, Piano. 

A solista

Elina Suris nasceu na Moldávia, quando o território ainda integrava a então União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), desmembrada a partir de 1989. Começou os estudos de música e violino aos sete anos. Aos 10, já fazia seu primeiro concerto como solista na Orquestra Sinfônica da Filarmônica Nacional da Moldávia. Cinco anos depois, recebia o prêmio em um concurso nacional. Foi spalla (violino solo) da sinfônica dos estudantes do conservatório, integrou o Quarteto de Cordas da TV e Rádio da Moldávia como 1º violino.

Desde novembro de 1998, Elina Suris integra a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto como spalla. Em agosto de 2003, foi aprovada para a Orquestra Sinfônica do Estado e São Paulo (OSESP). Em 2008, tornou-se spalla da Orquestra de Câmera Metropolitana, sob condução do maestro Rodrigo Vitta.

03/05/2018 Leia na íntegra esta matéria: (Banda Sinfônica de Cubatão abre a 24ª edição do ´Tocando Santos`, domingo, dia 6)

PDUI da Região de Campinas mobiliza sociedade civil organizada e entidades de classe ligadas ao tema

     A Região Metropolitana de Campinas deu início nesta quinta-feira, 19, a mais um importante passo no processo de seu desenvolvimento integrado. Em resposta ao convite da AGEMCAMP para o primeiro seminário sobre o Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUI), cerca de 250 pessoas compareceram ao auditório da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em Campinas, entre elas muitos representantes da sociedade civil organizada e de entidades de classe de grande representatividade, ligadas ao tema.

     O evento foi conduzido pelo Presidente do Conselho de Desenvolvimento e Prefeito de Nova Odessa – Bejamim Bill Vieira de Souza e pela Diretora da Agemcamp – Ester Viana, além da presença do Subsecretário de Assuntos Metropolitanos – Edmur Mesquita, Prefeitos da Região, secretários e técnicos municipais. O Ministério Público de Campinas também acompanhou o seminário, por meio do Promotor de Justiça Dr. Valcir Paulo Kobori e do Promotor do Gaema (Grupo de Ação Especial em Defesa do Meio Ambiente), Dr. Rodrigo Sanches Garcia, que tem acompanhado o andamento e reuniões sobre o Plano.

     O seminário teve início com a palestra do Presidente da Emplasa (Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano) – Luiz José Pedretti, sobre os aspectos legais para elaboração do PDUI e também a importância da governança metropolitana. Já o Plano em si e seus desdobramento foram apresentados pela Gerente de Desenvolvimento Urbano da Emplasa – Maria Ligia Wertheimer.

     Os representantes da sociedade civil também foram ouvidos, com questionamentos e contribuições. A Diretora Executiva da Agemcamp explica que “um dos objetivos também dessa abertura é para a participação da sociedade civil no comitê gestor, que acompanhará todo o desenvolvimento do Plano; várias entidades se inscreveram”.

     De acordo com o Presidente do Conselho de Desenvolvimento da RMC – Prefeito Benjamim Bill Vieira de Souza, a “a participação da sociedade civil é fundamental para o desenvolvimento do plano regional”. Em sua fala, o Subsecretário de Assuntos Metropolitanos defendeu o avanço no processo de governança metropolitana, destacou a gestão integrada na Região Metropolitana de Campinas e ressaltou a importância do seminário. “O PDUI exige um grande processo de pactuação entre diversas formas de pensamento, envolvendo toda a sociedade, com poder público, entidades, universidades, para se estabelecer com clareza os objetivos que queremos alcançar, pensando no sentido de que a Região se desenvolva de forma a oferecer mais qualidade de vida a todo cidadão metropolitano”. O Portal do PDUI está acessível pelo endereço: https://www.pdui.sp.gov.br/rmc

23/04/2018 Leia na íntegra esta matéria: (PDUI da Região de Campinas mobiliza sociedade civil organizada e entidades de classe ligadas ao tema)


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